Sistema Solar

Considerações sobre a Lua

Tempo de leitura: 11 min

A razão pela qual escolhi tratar do tema Lua é pelo fato de muitas pessoas, sua maioria mulheres, ainda associarem esse satélite terrestre às energias do feminino, de força interior, de equilíbrio, de natureza, de espiritualidade, só pra citar algumas. A questão é que, ao abrirem um canal de conexão com a Lua, seja por meditação, intenção, dança, entre outras práticas ritualísticas, o que as pessoas estarão trazendo para suas vidas é uma frequência contrária a que estão buscando.

Para um melhor entendimento, começarei aqui abordando os aspectos físicos-químicos da Lua antes de falar de seu aspecto energético pois, compreender as estruturas e composições dessa estrutura, é um ponto de partida para iniciar a desmistificação de qualquer associação da Lua com frequências harmônicas.

As informações técnicas aqui mencionadas foram retiradas do site da NASA, devidamente referenciado no final do texto.

A estrutura da Lua não dá luz à vida

As luas, também chamadas satélites naturais, são estruturas que orbitam planetas e asteróides. Assim como Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão, o planeta Terra também possui uma lua em sua órbita. Porém, ao contrário do que muitas religiões, crenças e movimentos esotéricos pregam, a estrutura da Lua terrestre não dá luz à vida, tão pouco fornece sustentação energética e de cura. A nossa Lua é uma estrutura rochosa, artificial, que foi colocada na órbita da Terra e tornou-se a morada de muitos deuses/extraterrestres inseridos nos diversos projetos na Terra. Falaremos sobre isso mais adiante.

Estrutura da Lua
Fig. 1 Estrutura da Lua. Créditos: NASA

A estrutura da Lua divide-se em três camadas: núcleo, manto e crosta (Fig. 1). No centro encontra-se o núcleo, metálico e denso, composto em sua maioria por ferro e um pouco de níquel e envolto por um fluído de ferro fundido. Acima do núcleo vem o manto e a crosta, ambos compostos por minerais. O manto localiza-se entre a camada fluída do núcleo e a crosta e é formado possivelmente de minerais como olivina e piroxena, que são compostos de átomos de magnésio, ferro, silício e oxigênio. A crosta é composta de oxigênio, silício, magnésio, ferro, cálcio e alumínio, com pequenas quantidades de titânio, urânio, tório, potássio e hidrogênio. E praticamente toda superfície da Lua é coberta de pedregulhos cinza-carvão, poeira e detritos rochosos chamados regolito lunar.

Além disso, a Lua é 3,7 vezes menor que a Terra e, como toda lua, não possui luz própria (a iluminação da Lua é proveniente do Sol). Sim, a Lua é bem menor que a Terra porém encontra-se a tal distância da Terra que, ao olhar para o céu, parece que a Lua possui diâmetro próximo ao do Sol. Pois é, é apenas impressão.

A Lua é 3,7 vezes MENOR que a Terra e não emana luz própria. Além disso, a estrutura da Lua não possui condições físico–químicas para sustentar qualquer forma de vida na Terra

Perceber que a Lua não possui conexão com a energia de vida da Terra é muito mais uma questão de física, química e lógica do que de espiritualidade: como é que um astro menor que a Terra, que não emana radiação de vida e que é composto basicamente por ferro e pedregulho pode sustentar vida, oferecer harmonia e cura para este planeta? Não faz sentido. A Lua não possui estrutura física e química para oferecer qualquer tipo de sustentação energética à vida na Terra. E ponto final.

Só com essas informações eu já poderia encerrar este artigo, por aqui mesmo. Isso que estou restringindo a análise somente aos dados públicos oficiais da NASA. Não vou entrar aqui em outras teorias sobre a estrutura da Lua, pois não é o escopo desse artigo.

O astro que dá vida à Terra é o Sol

Que fique claro: o astro que dá vida à Terra é o Sol.

O Sol é uma esfera quente de gases brilhantes localizada no coração do sistema solar e a sua força gravitacional é que mantém todo sistema solar unido, desde os maiores planetas à menor partícula de detrito. Classificado como estrela anã amarela, sua massa é composta de 70,6% de hidrogênio e 27,4% de hélio e sua estrutura possui seis regiões: núcleo, zona radioativa e zona de convecção no interior; a superfície visível, chamada fotosfera; a cromosfera e a região mais externa, chamada coroa (Fig. 2).

Fig. 2 Modelo interativo 3D do Sol. Créditos: NASA Visualization Technology Applications and Development (VTAD)

O núcleo do Sol possui temperatura aproximada de 15 milhões de graus celsius (15.000.000 °C), temperatura suficiente para manter a fusão termonuclear. Fusão termonuclear é o processo onde átomos se combinam para formar átomos maiores e, nesse processo, é liberado quantidades surpreendentes de energia. Especificamente no núcleo do Sol, átomos de hidrogênio se fundem para formar átomos de hélio e a energia ali produzida alimenta o Sol e resulta em toda luz e calor emanados pelo Sol. A energia formada no núcleo é levada à superfície por radiação, que salta ao redor da zona radiativa e leva aproximadamente 170 mil anos para ir do núcleo ao topo da zona de convecção.

O Sol é 400 vezes MAIOR que a Lua e é ele quem sustenta a vida na Terra. Seu núcleo é um reator de fusão termonuclear e a energia ali produzida é emanada para todo sistema solar

O Sol possui um campo magnético complexo, chamado magnetosfera, gerado pelas correntes elétricas do próprio Sol. Esse campo magnético é transportado no espaço pelo vento solar—um fluxo de gás eletricamente carregado que sai do Sol e viaja em todas as direções—formando um campo magnético interplanetário. E como o Sol possui rotação, esse campo magnético gira em uma grande espiral, conhecida como espiral Parker.

Outro ponto que ajuda na compreensão da verdadeira realidade da Lua é a comparação entre os tamanhos da do Sol, Terra e Lua. Ao olharmos o céu daqui da Terra, a olho nu, perdemos a visão do todo. E, para contribuir na distorção da nossa visão, a Lua encontra-se a tal distância da Terra que temos a impressão de que o diâmetro da Lua é quase o mesmo do Sol. Assim, para ter uma visão mais realista das proporções entre esses corpos estelares, fiz uma ilustração para mostrar o tamanho proporcional de cada um (Fig. 3). O círculo azul representa a Terra, o ponto cinza representa a Lua e o grande círculo alaranjado que está parcialmente na imagem representa o Sol. Pela figura é possível ter uma visão macro e uma noção da proporção entre essa estrela, o planeta e o satélite. E a partir dessa imagem podemos indagar: será que realmente um satélite minúsculo como a Lua tem condições de sustentar alguma energia de vida no planeta Terra? É para se pensar.

Àqueles que preferem interatividade, o Zênite, site da comunidade científica dedicado à divulgar material sobre astronomia em língua portuguesa, oferece um comparador interativo entre tamanhos de corpos celestes do sistema solar. A NASA também costuma utilizar, em fotos do Sol, uma imagem da Terra, para dar noções de escala, como nessa foto de uma erupção solar publicada em 2018.

Sol Terra Lua
Fig. 3 Tamanhos relativos entre Sol, Terra e Lua. Créditos: Carolina Araújo
Raizes do aprisionamento do feminino à energia da Lua

A conexão do feminino à energia da Lua remonta ao passado da Terra, quando o campo magnético da Lua era empregado para estabelecer nas mulheres diversos aspectos de seu ciclo menstrual e endócrino, interferindo na fertilidade a fim de que os “Deuses” (extraterrestres inseridos nos diversos projetos na Terra com as etnias humanas e outras raças não humanas) pudessem fazer as suas inserções genéticas de melhorias e otimização das etnias humanas. E assim a Lua ficou codificada no subconsciente das mulheres no planeta.

Se por um lado o livro “Inanna Returns” (“O retorno de Inanna”) não expõe o envolvimento de Inanna com essa manipulação Lua-feminino, por outro lado ele relata um episódio da disputa de poder dos Anunnakis, quando Marduk coloca em ação seu plano para obter mais controle e gerar mais energia de medo. Segundo o relato, para encorajar os habitantes da Terra a procriarem, Marduk instalou na Lua um dispositivo eletromagnético que atrelou a ovulação da mulher aos ciclos da Lua. Aumentando a população da Terra, Marduk teria mais pessoas para produzirem energia de medo, sua mercadoria mais valiosa. E então a Terra virou uma grande estação de energia, utilizada para alimentar o exército de clones criado por Marduk.

Aproveito esse gancho para colocar aqui que as consequências das manipulações e disputas de poder dos Anunnakis são vividas até hoje em nossa sociedade através das relações humanas tiranas, manipulação da mídia de massa, funcionamento parcial do DNA de 12 tiras, controle, consumismo, adoração de elementos externos no lugar do nosso interno e existência sem significado, só para citar algumas.

A cadência desses episódios é narrada em detalhes no livro “Inanna Returns” (“O retorno de Inanna”), disponível gratuitamente em inglês e espanhol no site da autora.

O importante aqui é compreender que a conexão da mulher com a Lua não tem nada de mágico. É uma conexão feita intencionalmente por Inanna para suprir as necessidades e interesses de grupos extraterrestres inseridos nos projetos terrestres. Acontece que essa conexão está codificada nas mulheres até hoje, por isso muitas são levadas a buscar os rituais com a Lua. Porém, qualquer prática ritualística para a Lua somente fortalece a conexão com uma egrégora de aprisionamento, dando abertura energética para a implantação de chips, implantes e para situações de abdução.

A real egrégora da Lua

A Lua da Terra é um astro bélico e militar. Nela encontram-se bases militares e representantes da Aliança Galática, Draconianos, Xopatz, Anunnakis, Nibiruanos, 4º Reich, Sinistro Governo Secreto e das 22 Delegações. São esses os “deuses” da Lua. Sem contar os alguns bilhões de corpos criogênicos de exilados e clones de humanos que ali encontram-se.

Não podemos negar que a Lua exerce sua influência na Terra mas claramente não é uma energia boa na nossa vida, nada que nos ajudará. A Lua retira vida de nós. E fazer qualquer ritual, meditação ou outra forma de conexão com a Lua é entrar nessa frequência.

O tema do feminino é complexo e esse é o primeiro de muitos artigos que abordarão esse tema para, aos poucos, trazer uma profundidade na compreensão.

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REFERÊNCIAS
1. FERGUSON, V S. Inanna returns. Disponível em http://metaphysicalmusing.com/files/Inanna%20Returns.pdf. Acesso em: 27 mai. 2019.
2. NASA. Earth’s Moon. Disponível em: https://moon.nasa.gov. Acesso em: 07 mai. 2019.
3. NASA. Solar System Exploration. Disponível em: https://solarsystem.nasa.gov. Acesso em: 07 mai. 2019.
4. NASA. Sun 3D Model. Disponível em: https://solarsystem.nasa.gov/resources/2352/sun-3d-model/. Acesso em: 10 mai. 2019.
5. ROMO, R. Arquétipos genéticos conscienciais. Disponível em: https://rodrigoromo.com.br/2017/11/07/arquetipos-geneticos-conscienciais-ultima-parte/. Acesso em: 10 mai. 2019.

Créditos imagem de capa: NASA/Jenny Mottar.

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