Sobre

Oi!
Eu me chamo Carolina e sou a idealizadora da Casa Amarylis. Criei esse site para compartilhar conteúdo sobre medicina vibracional bem como meus estudos em espiritualidade. Me apresentarei com uma breve história da minha jornada para vocês me conhecerem melhor.

A curanda

Há um ano atrás eu entrei em contato com a Cura Quântica. Naquele período da minha vida eu estava determinada a me livrar dos padrões negativos que ainda carregava. Foi quando então eu constelei pela primeira vez, fiz muitos decretos para limpeza de crenças limitantes e também escutava muitos áudios com afirmações positivas. Foi então que e iniciei meus atendimentos em Cura Quântica. Ao final do meu primeiro atendimento lembro que saí muito muito leve, flutuando, como se tivesse tirado um piano gigante das minhas costas. Eu não imaginava o quanto peso eu estava carregando e, pior, nada daquilo era meu!

Fiz um total de doze atendimentos até sentir que ali, depois do décimo segundo atendimento, meu ciclo de curanda havia se concluído.

Mudança física

A cada atendimentos eu sentia menos daquele peso energético, a vibração do meu corpo aumentava muito e, por consequência, me deixava mais sensível. Depois de cinco atendimentos eu já estava tendo dificuldades em comer laticínios. Se eu comia um pão de queijo, ficava com dor de estômago o resto do dia. Iogurte já não me interessava mais e a manteiga me causava os mesmos sintomas do queijo. Nos dias de sensibilidade crítica, cheguei a sentir tontura só de olhar pra geladeira de laticínios no supermercado. Foi parte do meu processo. Tive que adaptar minha rotina alimentar, fiz uma consulta em alimentação ayurvédica e busquei ajuda nos universos vegano e dos fermentados.

A área “Alimentação consciente” é onde compartilho um pouco desse meu processo.

A aprendiz

Dois meses depois do meu primeiro atendimento tive a oportunidade de trabalhar como voluntária nos ambulatórios gratuito presenciais de Cura Quântica. Trabalhei os três primeiros ambulatórios na recepção dos curandos. Estar na recepção foi uma experiência muito bonita pois, apenas pela mudança de fisionomia das pessoas a cada ambulatório, já era possível perceber o quanto os atendimentos estavam fazendo bem a elas. A aparência de cansaço, de tristeza e de desesperança aos poucos era substituída por uma expressão de tranquilidade, esperança e felicidade. Com essa experiência que tive na recepção das pessoas no ambulatório compreendi que o processo de mudança acontecia rapidamente com todos que faziam o atendimento e não somente com alguns poucos. Também tive a compreensão que o processo vai além da cura. É um processo de libertação e de encontro consigo mesmo.

Nos ambulatórios seguintes fui trabalhar nas macas, na sustentação energética. Aqui foi um trabalho mais prático, mão na massa. Aprendi sobre como receber cada curando, as etapas de limpeza, a finalização do trabalho e as orientações a serem passadas aos curandos.

O trabalho na maca me ensinou não só a prática do trabalho, mas também a perceber a sensibilidade das minhas mãos e a confiar na intuição. Foi uma experiência de auto-conhecimento.

A ação

O ano seguinte foi marcado pelo encerramento do meu ciclo de tratamento e também pelo início dos meus estudos de aprofundamento. Foi da necessidade de organizar meus estudos que nasceu esse site. Eu já havia passado pela cura, pela mudança física, pelo aprendizado e então já estava no momento de entrar em ação e, a partir da jornada anterior, concretizar esse novo trabalho.

FotoAgradeço por você ter chegado aqui e sou feliz em poder compartilhar esse trabalho com você.

Carolina Araújo
São Paulo, Julho/2018

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